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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Entre o espinho e a agulha

Redator: Leonardo Leão

A prática de cobrir o corpo com desenhos sempre fez parte da natureza social humana, e desde a utilização de espinhos na Antiguidade até as modernas máquinas de tatuagem (dermógrafos), o processo pouco se alterou, consistindo pura e simplesmente na perfuração do corpo para se colocar tinta sob a pele. Em algumas cavernas da pré-história, pesquisas arqueológicas encontraram vestígios de corantes e objetos perfurantes que provavelmente eram utilizados para a criação de tatuagens. Em 1771, o navegador inglês James Cook foi o responsável pela introdução da tatuagem na cultura ocidental. Viajando pelo Taiti e Nova Zelândia, ele e sua tripulação entraram em contato com nativos que utilizavam ossos finos como agulhas, que eram penetrados na pele com a ajuda de um martelinho de madeira.

Deste encontro histórico surgiu, também, a terminologia com que esta arte passaria a ser chamada. No seu diário de bordo, o capitão Cook se referia ao costume dos taitianos como “tattow” ou ainda “tatau”. Onomatopéias do som feito pelo choque entre o martelo e a agulha de osso, esses termos se transformaram na palavra inglesa “tattoo”, que em português acabou virando “tatuagem”. Também no Oriente, no lugar dos ossos e martelos eram utilizadas (e ainda são) finas hastes de bambu, madeira ou marfim resultando num trabalho mais delicado e detalhado, já que os tatuadores realmente desenham sobre a pele. Na técnica, conhecida como “tebori”, são empregadas de duas a cinco agulhas para traços finos e até 12 agulhas para linhas mais grossas.



Revolução das máquinas

Mas eis que chega a revolução industrial e com ela a necessidade do homem de inventar máquinas que substituam as operações manuais. Com a tatuagem não poderia ser diferente e, em dezembro de 1891, o irlandês Samuel O’Relly patenteou a primeira máquina de tatuagem.
Na verdade, ele apenas adaptou a “impressora autográfica” criada pelo norte-americano Thomas Edison, em 1877. O equipamento de Edison, também inventor da lâmpada (1879) e de um dos ancestrais do cinema, o cinetoscópio (1893), permitia a impressão em superfícies duras através da inserção de pontos de tinta com uma agulha. A máquina de O’Relly utilizou o mesmo princípio da impressora autográfica, só que utilizando a indução magnética para impulsionar uma haste, onde era afixada a agulha. Contudo, a invenção era pesada e tinha problemas de ajuste, o que fazia com que a agulha absorvesse a oscilação da haste, prejudicando a precisão dos traços.
Em 1904, um novo modelo foi apresentado por Charles Wagner, que entre suas inovações trazia um certo controle do fluxo de tinta, através de algo parecido com um tira-linhas – espécie de pinça regulável que, até hoje, existe em alguns compassos utilizados para desenhos com tinta.
A novidade de Wagner não foi bem aceita e, somente 25 anos depois, chegamos ao protótipo do que hoje conhecemos como dermógrafo. O pai da máquina de tatuar definitiva foi Percy Waters,q eu voltou ao projeto inicial de Thomas Edison, e patenteou sua “inovação” em janeiro de 1929. De grande novidade, o aparelho de Waters trazia um botão no próprio corpo do aparelho, permitindo ligar e desligar a máquina mais comodamente. Nas décadas seguintes, algumas pessoas apresentaram novas versões para o dermógrafo, mas nenhuma trouxe mudança satisfatória e o padrão de Waters continua adotado pelos fabricantes das máquinas de tatuagem.

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